Atuação nacional · Belo Horizonte/MG
Defesa técnica de vítimas de fraudes bancárias e golpes digitais
Atuação nacional na análise e condução de casos envolvendo golpe do Pix, falso atendimento bancário, invasão de conta, boletos adulterados, empréstimos fraudulentos e movimentações não reconhecidas.
Áreas de Atuação
A profundidade técnica do escritório
Atuação Nacional
Atuação em todos os estados do Brasil
Com sede em Belo Horizonte/MG, o escritório conduz casos de vítimas de fraude bancária e golpe digital de forma remota em todo o território nacional. Do primeiro contato ao acompanhamento das medidas, sem que você precise se deslocar.
- Acre
- Alagoas
- Amapá
- Amazonas
- Bahia
- Ceará
- Distrito Federal
- Espírito Santo
- Goiás
- Maranhão
- Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Minas Gerais
- Pará
- Paraíba
- Paraná
- Pernambuco
- Piauí
- Rio de Janeiro
- Rio Grande do Norte
- Rio Grande do Sul
- Rondônia
- Roraima
- Santa Catarina
- São Paulo
- Sergipe
- Tocantins
Sobre o escritório
A fraude foi planejada. A sua resposta também precisa ser.
Reconhecemos o padrão da fraude antes de a vítima terminar de contar, porque já o vimos muitas vezes, e sabemos onde a lei coloca a responsabilidade. A fraude é desenhada para isolar e envergonhar a vítima, convencê-la de que o erro foi seu e de que não há mais nada a fazer. Há.
A instituição financeira tem deveres que não desaparecem porque o golpista foi competente. O trabalho do escritório começa na leitura fria e exata do caso. Não somos plantão de emergência nem balcão de consumo. Somos um lugar de método.

Missão
Resposta jurídica organizada desde o primeiro contato.
Conduzir casos de fraudes bancárias e golpes digitais com método, sigilo e precisão técnica, oferecendo à vítima uma resposta jurídica organizada desde o primeiro contato.
Visão
Atuação ética, estratégica e documentada.
Ser reconhecido pela atuação ética, estratégica e documentada na defesa de pessoas e empresas lesadas por fraudes financeiras, em ambiente físico e digital.
Valores
Técnica antes do discurso. Sigilo integral.
Técnica antes do discurso. Sigilo integral. Respeito à dignidade da vítima. Ética profissional. Responsabilidade na análise de cada caso, em estrita observância às normas da advocacia (Provimento 205/2021 da OAB).
O Fundador
Prazer, Diego Kobayashi.
Diego Kenji Kobayashi de Morais · OAB/MG 181.204
Advogado há nove anos e fundador do escritório, que atua há oito anos com dedicação à defesa de vítimas de fraudes bancárias e golpes digitais. Pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal pela PUC/PR e em Direito Tributário pela FUMEC, montou e coordena uma banca de advogados especialistas em Direito Bancário, altamente qualificados em litigar em nome de consumidores prejudicados pelas instituições financeiras.
Ao longo desse período, conduziu a atuação de clientes em todo o país, com equipe especializada e dedicada exclusivamente a essa área de atuação. Não há divulgação de marcos externos de autoridade que não correspondam a fatos verificáveis.

- 9 anos
- de advocacia
- +1.400
- ações ajuizadas
- 768
- acordos firmados
- +600
- processos em tramitação
Informações institucionais acumuladas ao longo da atuação do escritório. Não constituem garantia nem promessa de resultado.
O escritório
Um lugar de método
O ambiente físico em Belo Horizonte, onde os casos são conduzidos com seriedade, sigilo e atenção técnica.
Como Iniciar
Do primeiro contato à condução do caso
- 01
Contato e relato
A vítima entra em contato pelo WhatsApp e relata o ocorrido, com os documentos e comprovantes que tiver da fraude.
- 02
Análise e diagnóstico
O escritório examina o tipo de fraude, as provas e a complexidade do caso, avalia a viabilidade das medidas cabíveis, alinha as expectativas e apresenta a proposta de prestação de serviços advocatícios.
- 03
Atuação extrajudicial e judicial
Firmada a contratação, o escritório conduz as medidas junto à instituição financeira e, quando necessário, na via judicial.
Perguntas Frequentes
Dúvidas comuns de quem foi lesado
O banco é sempre obrigado a devolver o dinheiro?
Não há uma resposta automática: a responsabilidade depende do caso concreto. A Súmula 479 do STJ firma que as instituições financeiras respondem objetivamente por danos decorrentes de fraudes de terceiros em operações bancárias, mas cada situação exige a análise das provas e dos deveres de segurança da instituição. O escritório examina esses elementos para indicar as medidas cabíveis, sem garantir um desfecho.
O que devo fazer logo após cair no golpe do Pix?
Reúna o máximo de registros da fraude (comprovantes, prints das conversas, extratos e protocolos) e comunique o ocorrido ao seu banco o quanto antes, solicitando o registro da contestação. Em seguida, busque orientação jurídica para avaliar as providências aplicáveis, como o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e as medidas extrajudiciais e judiciais pertinentes.
O Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix sempre resolve?
O MED é um instrumento do Banco Central que permite ao banco bloquear e devolver valores em casos de fraude, mas tem prazos curtos e depende de fatores como a existência de saldo na conta de destino. Por isso, ele é uma das providências possíveis, não uma solução garantida. A análise técnica indica quando e como utilizá-lo, em conjunto com outras medidas.
Preciso ter registrado boletim de ocorrência?
O boletim de ocorrência ajuda a documentar a fraude e é recomendável, mas a sua ausência não impede a análise do caso. O escritório avalia o conjunto de provas disponíveis — comprovantes, registros de contato e extratos — para definir os caminhos jurídicos pertinentes.
Posso questionar um empréstimo fraudulento feito no meu nome?
Sim, é possível discutir, na via extrajudicial e judicial, contratos de crédito firmados por terceiros mediante fraude, bem como cobranças e negativações deles decorrentes. O caminho depende das provas e das circunstâncias de cada caso, que são analisadas individualmente.
O escritório atende clientes de outros estados?
Sim. O atendimento é presencial em Belo Horizonte/MG e remoto em todo o território nacional. O contato inicial ocorre pelo WhatsApp, onde a vítima relata o ocorrido e encaminha os documentos que tiver.
Quais documentos devo separar antes do atendimento?
Ajuda reunir comprovantes das operações contestadas, extratos do período, prints de mensagens, e-mails ou ligações com o golpista, protocolos de atendimento junto ao banco e, quando houver, o boletim de ocorrência. Esse material permite uma leitura mais precisa do caso desde o primeiro contato.
Em quanto tempo devo procurar orientação após a fraude?
O ideal é buscar orientação o quanto antes, porque algumas medidas, como o MED do Pix, têm prazos curtos definidos pelo Banco Central. Quanto mais cedo o caso é analisado, mais providências técnicas podem ser avaliadas a partir das provas disponíveis.
Como funciona o primeiro contato?
No primeiro contato, a pessoa relata o que aconteceu e envia os comprovantes disponíveis. O escritório examina o tipo de fraude, as provas e a complexidade do caso, alinha as expectativas e apresenta a proposta de prestação de serviços advocatícios, sem promessa de resultado.
Quer conversar sobre o seu caso?
O primeiro passo é entender tecnicamente o que aconteceu e quais providências podem ser adotadas a partir das provas disponíveis.











